Mesmo antes de a administração Trump entrar em guerra contra a DEI e das tentativas de abordar a discriminação histórica, os esforços de diversidade nos EUA eram controversos. Um momento crucial ocorreu em 2023, quando o Supremo Tribunal decidiu que os programas de ação afirmativa baseados em raça violavam a Constituição. A decisão baseou-se, em parte, na incapacidade das universidades de medir claramente os benefícios dos diversos corpos estudantis e na falta de padrões definidos para determinar quando a equidade foi alcançada e quando tais programas deveriam terminar.
Um novo artigo destaca a incerteza. “A teoria da aprendizagem argumenta que a diversidade racial promove a aprendizagem dos alunos, o que deveria aumentar os salários”, escrevem os seus autores. “No entanto, a discriminação salarial racial bem documentada indica que uma maior diversidade racial deveria diminuir os salários”.
Mas os autores – Debanjan Mitra, Peter Golder e Mariya Topchy – desenvolveram uma métrica que sugere que os formandos beneficiam financeiramente se se formarem com um grupo diversificado de pares. Os investigadores argumentam que esta evidência deveria ser suficiente para levar os tribunais a reconsiderar decisões anteriores.
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