Para fazer a computação quântica funcionar, precisaremos, em última análise, de muitos qubits de alta qualidade, que podemos unir em grupos de qubits lógicos com correção de erros. As empresas estão adotando abordagens distintas para chegar lá, mas você pode considerá-las divididas em duas grandes categorias. Algumas empresas estão focadas em hospedar os qubits em eletrônicos que podemos fabricar, garantindo que possamos obter muitos dispositivos. Outros estão usando átomos ou fótons como qubits, que proporcionam um comportamento mais consistente, mas exigem muito hardware complicado para serem gerenciados.
Uma vantagem dos sistemas que utilizam átomos ou íons é que podemos movê-los. Isso nos permite entrelaçar qualquer qubit com qualquer outro, o que proporciona uma grande flexibilidade para correção de erros. Os sistemas baseados em dispositivos eletrônicos, por outro lado, ficam bloqueados em qualquer configuração à qual são conectados durante a fabricação.
Mas esta semana, um novo artigo examinou pesquisas que parecem fornecer o melhor dos dois mundos. Ele funciona com pontos quânticos, que podem ser fabricados em massa e hospedar um qubit como o spin de um único elétron. O trabalho mostrou que é possível mover esses qubits de spin de um ponto quântico para outro sem perder informações quânticas. A capacidade de movê-los poderia potencialmente permitir o tipo de conectividade qualquer-para-qualquer que vemos com átomos e íons.
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