Ouro é estranho. É um dos poucos metais que realmente não oxida. Até a prata e o cobre – da mesma coluna da tabela periódica – formam óxidos fracos. Ingenuamente, você poderia esperar que o ouro ficasse manchado como a prata. O ouro também fica ao lado da platina, mas não possui nenhuma das propriedades catalíticas desse metal.
Depois vieram as nanopartículas de ouro que agiram como catalisadores, e ficamos confusos com a sua aparente vontade de participar em reações químicas.
Agora, uma dupla de cientistas explicou que a inércia do ouro não é inerente ao átomo, mas sim às superfícies que os cristais de ouro formam. Antes de chegarmos aos resultados, vamos primeiro dar uma olhada na explicação tradicional para a inércia do ouro e por que um material inerte que não tem atividade catalítica age repentinamente como um catalisador quando está na forma de nanopartículas.
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