MUNIQUE — A tecnologia de faróis nos EUA está prestes a ficar mais inteligente. Quando o SUV Q9 da Audi estiver à venda aqui ainda este ano, ele contará com os mais recentes faróis adaptativos da montadora, que administram o truque bacana de fornecer iluminação melhor e mais brilhante, ao mesmo tempo que minimiza o brilho para o motorista e outros usuários da estrada. Essa tecnologia é antiga para os nossos leitores europeus, mas está finalmente a estrear nas nossas estradas depois de anos de lobby e testes intensivos e demorados para satisfazer os novos regulamentos federais. E depois de experimentar os faróis durante uma recente viagem à Europa, posso dizer: “Já era hora”.
Apesar da reputação da América como uma potência de inovação, há décadas que ficamos atrás da Europa e do Japão na tecnologia de iluminação automóvel, graças aos regulamentos da década de 1960 que permitiam apenas faróis de médios e máximos, nada mais. Durante anos, OEMs como Audi, BMW, Mercedes-Benz, Toyota e Volvo pressionaram a Administração Nacional de Segurança no Trânsito Rodoviário para permitir que trouxessem tecnologia mais moderna para essas regiões, sem sucesso.
No início, eram faróis altos de laser, que podiam projetar seus feixes muito mais longe na estrada do que as luzes convencionais de halogênio ou xenônio. Os lasers são legais, mas a tecnologia de feixe de direção adaptativo é ainda mais legal. Cada farol é na verdade um LED multipixel e, ao desligar alguns desses pixels, o feixe do farol pode ser moldado para mascarar a luz para diminuir seletivamente a intensidade dos veículos que se aproximam, em vez de mudar para faróis baixos.
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