Num mundo onde os robotáxis autónomos deslizam pelas principais ruas das cidades sem motoristas ao volante e os drones de entrega voam autonomamente pelos céus para entregar encomendas nas casas dos clientes, a ideia de robôs de uso geral ajudarem os humanos em diversas tarefas nos locais de trabalho ou mesmo nas casas pode não parecer rebuscada.
Mas esse futuro depende do desenvolvimento de robôs cada vez mais autónomos, alimentados pela inteligência artificial moderna – uma visão ambiciosa que motivou muitos investigadores a tornarem-se fundadores de startups, ao mesmo tempo que atraiu milhares de milhões de dólares em investimentos.
“Quando comecei, há cerca de 15 anos, liderei uma equipe de projeto focada na autonomia, mas naquela época, o objetivo dessa equipe era apenas fazer com que um robô navegasse do ponto A ao ponto B”, disse Matt Malchanovice-presidente de software da empresa de robótica Boston Dynamics, com sede em Waltham, Massachusetts. “E agora, quando pensamos em autonomia, pensamos nesse enorme espaço de tarefas e coisas que podemos imaginar um robô fazendo sozinho.”
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