Há mais oportunidades de acesso ao espaço do que nunca, graças a um conjunto de foguetes comerciais, alguns com propulsores reutilizáveis, liderados pelo cavalo de batalha Falcon 9 da SpaceX. Então, porque é que a NASA está a lançar menos telescópios e missões científicas planetárias do que há um quarto de século?
A resposta é complexa. Não é necessariamente o dinheiro. O orçamento científico da agência espacial este ano é de 7,25 mil milhões de dólares, aproximadamente o mesmo que era em 2000, ajustado pela inflação. Isto apesar das tentativas da administração Trump de reduzir drasticamente o financiamento científico da NASA.
Nos primeiros meses de seu mandato, o foco do administrador da NASA, Jared Isaacman, tem sido os voos espaciais humanos e a Lua. Isso não é muito surpreendente, dada a bem-sucedida missão Artemis II da NASA, que transportou quatro astronautas ao redor da Lua no mês passado. Desde que assumiu o cargo em dezembro, Isaacman anunciou uma revisão do programa Artemis, cancelando uma estação espacial a ser construída em órbita ao redor da Lua em favor da construção de uma base na superfície lunar.
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