ILHA WALLOPS, Virgínia — Há apenas 10 meses, a NASA perguntou a três empresas se elas poderiam fazer algo que ninguém havia feito antes. Eles poderiam construir e lançar um satélite para salvar uma missão astronômica de US$ 500 milhões que corre o risco de cair de volta na Terra? Além do mais, eles conseguiriam fazer isso em menos de um ano e com um orçamento apertado?
Katalyst Space Technologies, uma startup fundada em 2020, apresentou a solução mais atraente. “Tei, eles voltaram com uma resposta que era técnica e programaticamente plausível, e então pensamos: ‘Sim, vamos lá'”, disse Shawn Domagal-Goldman, diretor da divisão de astrofísica da NASA.
Isso foi em agosto do ano passado. Em setembro, a NASA concedeu à Katalyst um contrato de US$ 30 milhões para construir, testar e lançar um pequeno satélite para perseguir o Swift e prendê-lo com três braços robóticos. Então, a espaçonave de manutenção Link do Katalyst impulsionará a órbita do Swift de volta a uma altitude operacional segura, permitindo-lhe retomar as observações científicas. É mais fácil falar do que fazer.
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