A proibição de substâncias que destroem a camada de ozono e que reverteram com sucesso o crescimento do buraco na camada de ozono não é vista como uma oportunidade perdida. Pelo contrário, a resposta global rápida é um dos melhores casos de acção ambiental de bom senso. Mas e se isso pudesse ter sido feito ainda antes?
O fato de que os clorofluorcarbonos (CFCs) – produtos químicos antes comuns em latas de aerossol e circuitos refrigerantes – poderiam destruir o ozônio na atmosfera foi descoberto em 1974. Em apenas alguns anos, as proibições aos CFC começaram a ser implementadas com base nas consequências projetadas. O “buraco” sazonal de ozônio descoberto sobre a Antártica em 1985 acelerou ainda mais as coisas e, em 1987, um acordo internacional foi assinado eliminar gradualmente os CFCs em todos os lugares.
Um novo estudo liderado por Jian Guan, do MIT, faz uma pergunta interessante: teria sido possível detectar este problema ainda mais cedo com as ferramentas científicas de hoje?
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