Durante a maior parte da história humana, a nossa visão de “perto do Sol” foi definida pela órbita de Mercúrio, com a sua órbita de 88 dias e superfície árida e escaldante. Mas a partir do momento em que começámos a descobrir exoplanetas, tornou-se muito claro que o nosso Sistema Solar era tudo menos um guia para o resto da galáxia. Planetas com órbitas de apenas alguns dias são surpreendentemente comuns, com a proximidade da estrela criando coisas que parecem bizarras da nossa perspectiva: vapor metálico na atmosfera ou atmosferas infladas a densidades ridiculamente baixas.
Agora, aparentemente podemos acrescentar uma estranheza adicional: campos magnéticos sobrepostos. Os investigadores descobriram uma combinação estrela/planeta que experimenta brilhos periódicos, que atribuem às interações entre os campos magnéticos de ambos os corpos.
Procurando por repetição
Este é um daqueles casos em que a teoria veio antes da descoberta. As pessoas já tinham proposto que um planeta orbitando perto da sua estrela hospedeira poderia interagir com ele se o seu campo magnético fosse suficientemente forte. E, em vários casos, os investigadores encontraram evidências de que isto está a acontecer, com um caso de uma estrela extremamente jovem emitindo explosões aparentemente em resposta à órbita do seu planeta mais interno.
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