Há quarenta anos, o futuro parecia estar ao virar da esquina – e o veículo que nos levaria até lá era o vaivém espacial da NASA. Originalmente concebido como parte de um sistema integrado maior sistema de transporte espacialo ônibus espacial foi anunciado como um veículo totalmente reutilizável, totalmente diferente das cápsulas prontas da era Apollo, capaz de fazer voos mensais (e talvez até semanais) de balsa para a órbita baixa da Terra.
Esperava-se que o ônibus espacial transformasse o voo espacial humano de extraordinário em mundano. Marcas como Coca-Cola e Pepsi foram rápidas em embarcar e expandir as Guerras da Cola para o espaçoe havia até planos para explosão Rua Sésamo Big Bird em órbita.
A perda de Desafiador em janeiro de 1986 – carregando a educadora Christa McAuliffe, que teria sido a primeira cidadã privada no espaço – acabou com tudo isso. O vaivém, embora fantasticamente avançado, nunca seria o veículo para ajudar a humanidade a livrar-se de todos os nossos laços rudes, por assim dizer. Mesmo operando no seu pico mais frenético em 1985, pouco antes Desafiador perda, o hardware do ônibus espacial conseguiu um máximo de nove voos em um ano civil; durante a maior parte da década de 1990, realizou cinco ou seis voos por ano. Os civis no espaço – para não falar do Garibaldo – teriam que esperar.
Leia o artigo completo
Comentários
Leave a comment