Política

A FCC recebeu presentes caros da Paramount porque a empresa precisava de aprovação para negócios

Os ricos e famosos que compareceram à ópera do Kennedy Center em dezembro estavam lá para desfrutar de uma das celebrações mais exclusivas das artes cênicas do país: a gala anual de honras do centro.

O evento black-tie, organizado pelo presidente Donald Trump, priorizou ingressos para pessoas que doaram mais de US$ 75 mil ao centro. Este ano, ele homenageou o ícone de Hollywood Sylvester Stallone, a lendária banda de glam rock Kiss e a pioneira da discoteca vencedora do Grammy, Gloria Gaynor.

Entre os participantes naquela noite estavam dois funcionários governamentais de baixo perfil cujas decisões regulamentares tinham sido cruciais para o futuro do patrocinador da gala, a CBS, e da sua empresa-mãe, a Paramount.

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